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Substância retirada de árvores do ipê pode ajudar a tratar leucemia

A descoberta pode levar à criação de fármacos específicos para o tratamento de diferentes tipos de leucemias; o trabalho foi publicado na revista científica “European Journal of Medicinal Chemistry”

Substância derivada de árvores do ipê pode ser o caminho para o tratamento de leucemias (Foto: Alex de Jesus – 12/09/2012)

Uma substância derivada de árvores do ipê pode ser o caminho para o tratamento de leucemias – diferentes tipos de câncer que afetam os glóbulos brancos, células responsáveis pelo sistema de defesa do organismo. Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e da Universidade Federal Fluminense (UFF) identificaram três moléculas capazes de atuar sobre glóbulos brancos cancerígenos, sem afetar as células saudáveis. A descoberta pode levar à criação de fármacos específicos para o tratamento de diferentes tipos de leucemias. O trabalho foi publicado na revista científica “European Journal of Medicinal Chemistry”.

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Alecrim

Por  Marcos Roberto Furlan

 

Há séculos acompanha o ser humano em função da sua versatilidade nas suas aplicações e desde a época de Cristo é uma espécie com usos religiosos, como ornamental, na culinária como condimento, medicinal e também para a conservação de alimentos.

É uma das principais espécies utilizadas no vaso ou jardineira “sete ervas”, recomendado para proteção espiritual, apesar de que não se dá bem por muito tempo nestes tipos de recipiente em função de ser uma planta bem mais alta que as outras.

Esta espécie, o alecrim, denominado cientificamente por Rosmarinus officinalis L., tem ampla referência nas publicações da antiguidade. A palavra officinalis em seu nome científico indica que é considerado remédio oficial há muito tempo.

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Babosa

por Marcos Roberto Furlan

No Brasil, a babosa é encontrada quase que somente nos jardins, e suas folhas são retiradas com frequência para “fortalecer” os cabelos. A rusticidade e a longevidade são algumas de suas vantagens entre as outras ornamentais, mas nada de irrigá-la ou adubá-la no inverno, estação em que está quase que hibernando, não devendo ser nutrida nem receber água.

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