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BOLETIM PSIFAVI 15 anos: Um exemplo de teimosia!

Psifavi

Por Julino Soares

Muitos medicamentos podem apresentar efeitos indesejados (reações adversas) que podem causar diversos danos à saúde, inclusive levar à morte. Os medicamentos que agem no sistema nervoso central, chamados de psicofármacos, merecem atenção especial, pois alguns podem causar dependência. Alguns exemplos de psicofármacos são a fluoxetina, diazepam e o lítio. Também existem muitas plantas com ação no sistema nervo central, por ex., Coffea arabica (café) e Hypericum perforatum (hipérico); inclusive, ambas com grande potencial de interação medicamentosa com psicofármacos.  Para maiores informações sobre farmacovigilância de plantas acessem o Boletim Planfavi do CEBRID.

plantas

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O Comércio Informal de Drogas Vegetais Psicoativas: risco à saúde associado ao consumo!

Por: Julino Soares

Artigo científico alerta para o perigo de consumir produtos de origem vegetal sem as garantias de qualidade e segurança estabelecidas pelas agências sanitárias.

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O estudo teve como objetivo avaliar o risco associado ao consumo de drogas vegetais psicoativas (DVPs) (produtos de origem vegetal com ação no sistema nervoso central, utilizados com fins terapêuticos para acalmar, dar vigor etc.) comercializadas informalmente em Diadema, SP.

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Sinal de Alerta: ácido aristolóquico (potente cancerígeno e nefrotoxina)

Por Julino Soares

Aristolochia elegans

Segundo alerta publicado pela agência americana de regulação sanitária, o Food and Drug Administration (FDA), foi aconselhado aos consumidores interromper imediatamente o uso de qualquer produto botânico que contenha o ácido aristolóquico. Estes produtos podem ser vendidos como “medicamentos tradicionais” ou como ingredientes de suplementos alimentares.

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Artemísia: sagrada, porém… perigosa!

por Julino Soares

ArtemisiaAs plantas medicinais de uso tradicional também são estudadas do ponto de vista toxicológico, como é o caso da artemísia (também conhecida como losna, absinto, erva-santa, gotas-amargas, erva-dos-vermes, erva-dos-velhos, entre outros).

Para os anglo-saxões, a artemísia formava as “nove ervas sagradas” entregues ao mundo pelo deus Woden (ou Odin). Os romanos tinham o costume de introduzir alguns ramos em suas sandálias para combater as dores dos pés logo após intensas caminhadas.

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Maconha: Retrospectiva 2012

Por Lucas Maia

Artigo publicado originalmente na Revista Mente & Cérebro, março de 2013.

Fonte: AP Photo/Ted S. Warren

Fonte: AP Photo/Ted S. Warren

Dois mil e doze foi um ano de acontecimentos e descobertas marcantes sobre a planta Cannabis sativa L. (maconha), que tem sido tema constante de discussões a respeito tanto dos seus efeitos nocivos, como das suas propriedades terapêuticas.

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Curare na Raiz da Questão: revisão

por Julino Soares

No último texto conversamos sobre a importância de avaliarmos com cuidado todas as informações que chegam até nós, especialmente sobre medicamentos. Também aprendemos o significado técnico de Plantas Medicinais, Drogas Vegetais e a diferença destes para um fitoterápico, possibilitando conhecer algumas limitações de cada produto, como a validade, qualidade e identificação botânica.

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Curare na Raiz da Questão

por Julino Soares

Vivemos em um tempo onde somos bombardeados por informações, muitas delas sobre “dicas de saúde” ou receitas de “chás para curar de tudo”, mas temos que nos perguntar: – Essas informações estão corretas? São seguras? Será que funciona mesmo?

Muitas das informações e propagandas sobre plantas medicinais buscam apenas vender algum produto supostamente milagroso (“É 100% Natural”) e/ou não tem base científica para comprovar os benefícios. Por outro lado, algumas pessoas buscam apenas compartilhar o seu conhecimento e os benefícios que obteve com o uso de determinada planta, mas se esquecem de que cada pessoa pode responder diferentemente a um tratamento. Bom, como se diz por ai “De médico e louco todo mundo tem um pouco”.

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Curare adverte: se não fizer bem… mal pode fazer!

“Caso de insucesso com a administração da planta Janaúba (Synadenium grantii Hook.f.), popularmente indicada para o tratamento do câncer de próstata.”

por Thiago Cagliumi Alves – em memória do Sr. Paulo Robin Nathagora Cagliumi

Há algum tempo que o Coletivo Curare vem alertando sobre os cuidados a serem tomados com a utilização das plantas medicinais, principalmente no que se refere à dosagem, já que muitas dessas possuem um limiar bastante próximo entre o efeito terapêutico e o tóxico. Por isso tanto insistimos em nossos textos sobre a importância em consultar um profissional especializado antes de iniciar o tratamento com qualquer planta medicinal ou fitoterápico.

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